Bryan Ruiz

O internacional da Costa Rica abordou em entrevista ao jornal La Nación o início de época um pouco conturbado e a decisão de marcar a sexta grande penalidade que apurou o Sporting para a final da Taça da Liga.

Sobre o início de época onde passou de titular a dispensável:

“Não foi fácil recuperar a forma, a confiança em mim, a da equipa técnica. Isso custa, mas segui forte mentalmente. Foi um início atípico, nunca esperei começar uma temporada assim. Há situações que às vezes passam e tens que saber seguir em frente. Agora, restam-me quatro meses para lutar. Foi muito complicado. Não desejo isto a nenhum jogador. Ter a restrição de treinar com o grupo e no final ter que o fazer sozinho”.

A decisão de marcar a grande penalidade decisiva:

” O treinador deu o nome dos cinco primeiros batedores e quando chegou o sexto penalty tomei a decisão de ir bater. Respeito quem bateu os cinco primeiros, são decisões que têm que se respeitar. Quando chegou o sexto disse aos meus companheiros que ia cobrar. Estava tranquilo e nem pensei que tinha à minha frente o FC Porto e o Casillas. Só pensei em marcar e isso ajudou-me.”

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