Carriço

O portal espanhol ‘Estadio Deportivo’ revela que o Sporting estará de olho num possível regresso de Daniel Carriço a Alvalade. Um interesse que surge numa altura em que o defesa central, de 30 anos, está a pouco mais de ano e meio de terminar o seu vínculo com o Sevilha, clube no qual atua desde 2014/15.

A viver uma boa fase nos andaluzes, com dez encontros enquanto titular (sem somar qualquer derrota), Carriço poderá, segundo o mesmo jornal, estar tentado a voltar à casa de partida pela relação que tem com Frederico Varandas, atual presidente do clube de Alvalade. De resto, escreve o ‘Estadio Deportivo’ que os recentes problemas físicos de Jérémy Mathieu terão feito o Sporting voltar-se para o mercado na busca de um defesa central.

Gelson Martins

Gelson Martins: Espanhóis dizem que Atlético não vai negociar mais

O Sporting ainda não desistiu de negociar o passe do atleta, mas, segundo o noticiado pelo jornal AS, o Atlético Madrid, clube que assinou contrato com o extremo, não está na disposição de se sentar novamente à mesa de negociações.

De acordo com o explicado, os dirigentes do emblema colchonero querem agora que o conflito entre as partes seja resolvido na FIFA, isto porque os leões terão rejeitado diversas abordagens pelo jogador, interpondo um processo no organismo que gere o futebol mundial.

Escreve o jornal AS que o Atlético tentou, ainda antes de assinar com o jogador, oferecer 22 milhões de euros por Gelson Martins, mais 10 milhões de euros em variáveis. Porém, esta oferta foi rejeitada, pelo que o clube espanhol decidiu assinar contrato com o jovem atleta.

Sem conseguir acertar o valor da transferência, os colchoneros acreditam agora que a decisão da FIFA encerrará o caso, isto porque aquando da celebração do contrato o clube espanhol terá trabalhado bastante para tentar perceber quais as eventuais consequências deste caso.

Fonte: noticiasaominuto.com

“Quem mudou a hora do treino foi BdC”

André Geraldes falou sobre o ataque à Academia Sporting, em maio do presente ano. O ex-team manager do Sporting revelou que foi Bruno de Carvalho quem alterou a hora do treino da equipa leonina.

“Não revelei a mensagem porque as claques não era sequer a minha pasta. Nunca poderia ter imaginado uma situação daquelas”, disse, em declarações reproduzidas pelo jornal O Jogo, mas prestadas ao CM.

“Quem mudou a hora do treino foi o Bruno de Carvalho.”

Bruno Jacinto, antigo oficial de ligação aos adeptos do Sporting, que está atualmente detido, confessou que tentou falar com André Geraldes no próprio dia dos ‘ataques’.

“Nesse dia estive reunido com os meus advogados e não falei com ninguém. No dia seguinte, como é público, fui detido e foi-me apreendido o telemóvel. Nem sequer sei se recebi mensagens, que nem abri.”

Novo Director Geral

Frederico Varandas já escolheu o novo director geral para a Academia de Alcochete.

Paulo Gomes é o novo diretor geral da Academia do Sporting. Licenciado em Educação Física pela Lusófona, exerceu funções de Coordenador Nacional do Desporto e está nos leões há oito anos, tendo sido responsável pela gestão do polo EUL. Aos meios oficiais do clube, explicou o que o leva a assumir este desafio.

“É um desafio muito grande ser director-geral desta casa. É uma das melhores academias do Mundo e vou lutar até ao fim das minhas forças para colocá-la sempre no topo do futebol. Não os vamos dissociar [Pólo EUL e Academia]. Vou conseguir trazer mais força para a Academia”, afirmou o dirigente.

«Soube que havia um mandado para sexta-feira»

Um dia depois da detenção de Bruno Jacinto, Bruno de Carvalho apresentou-se voluntariamente esta quinta-feira no DCIAP e no DIAP, em Lisboa, no sentido de prestar declarações no âmbito dos ataques à Academia de Alcochete. O antigo presidente do Sporting contou que soube que seria emitido esta sexta-feira um mandado em seu nome, pelo que resolveu antecipar-se e apresentar-se junto dos procuradores. Não chegou a ser ouvido uma vez que o processo está ainda nas mãos do juiz de instrução.

“Fui ao DCIAP e chegámos à conclusão que o processo estaria aqui, no DIAP, mas afinal está com o juiz de instrução”, começou por explicar Bruno de Carvalho, lembrando que o pedido que fez para que fosse assistente neste processo foi indeferido.”Só fomos notificados hoje do indeferimento. As razões não são as que foram apontadas pela comunicação social… Como o processo não está aqui, não pudemos ser ouvidos”, começou por dizer.

“O que quis fazer, na senda de supostamente ser culpado pelo que aconteceu em Alcochete, e naquele festival idiótico de tochas – continuo a não perceber por que se fala num ataque ao Rui Patrício, com outro guarda-redes qualquer seria exatamente o mesmo – foi dizer que cá estou, como sempre estive, para dar as informações que precisarem, não são precisos mandados nem absolutamente nada”, acrescentou. “Não fui ouvido porque o processo não está cá. Mas vim demonstrar de forma voluntária que não é preciso nada, é só dizerem que precisam de falar comigo e eu vou onde for preciso.”

Bruno de Carvalho reiterou aos jornalistas que não teve conhecimento prévio dos ataques. “Soube quando me avisaram no escritório do que tinha acontecido e fui para a Academia. Ninguém me disse nada. Só soube do ataque depois de ele ter acontecido.”

E o facto de Bruno Jacinto ter sido detido nos últimos dias não tem, segundo o antigo líder dos leões, qualquer ligação com esta sua presença voluntária junto das autoridades. “É mera coincidência. Ontem chegou ao meu conhecimento que haveria um mandado para esta sexta-feira e não preciso de mandados”, garantiu.

Seria um mandado de detenção? “Para ser inquirido”, esclareceu. “Você gostava de passar uma noite no calabouço?”, questionou Bruno de Carvalho quando lhe perguntaram se estava ali para evitar ser preso. “Isto não tem a ver com estratégia, tem a ver com personalidade, caráter e educação. Se as pessoas querem informações… Não consigo compreender por que razão a comunicação social sabia do indeferimento há uma semana e nós só fomos informados hoje. Quero fazer o que sempre fiz, colaborar em todos os processos que houver necessidade disso, com todo o conhecimento que tenho sobre os assuntos, com todas as dúvidas que tenho sobre os assuntos e com todos os envolvidos que sei em termos de pormenores.”

Confrontado com o facto de não existirem ‘mandados de inquirição’, mas sim ‘mandados de detenção’, Bruno de Carvalho garantiu que era para prestar declarações. “Existe muito género… Seria para ser ouvido, é o que se diz. Seja como for apresentei-me aqui. A polícia tem de fazer o seu trabalho e eu tenho de fazer o meu. O meu é estar disponível para a justiça.”

O ex-líder dos leões garantiu, a finalizar, ter a “consciência tranquila”: “Tenho 5 anos e meio de Sporting e a consciência totalmente tranquila em todos assuntos, auditorias forenses, cashballs, este assunto da academia… E não se preocupem com o mandado. Passar um mandado depois de uma pessoa ir ao DCIP e ao DIAP… Sou um cidadão como você.”

Fonte: record.pt